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  • Impeachment: votação tem debate entre advogados e discurso de senadores

    Começou nesta terça-feira (30), no Senado Federal, o quinto dia do julgamento final do processo de impeachment da presidenta afastada Dilma Rousseff. De acordo com as regras definidas pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ricardo Lewandowski, os advogados de acusação tiveram uma hora e meia para apresentar seus argumentos. O mesmo tempo foi reservado para os responsáveis pela defesa de Dilma.

    Depois, haveriam réplica e tréplica de uma hora cada. No entanto, a advogada de acusação Janaína Paschoal já disse que não faria réplica. Sem réplicas e tréplicas, essa fase deve teve duração de cerca de três horas. Inicialmente, os debates entre advogados estavam previstos para durar cinco horas. 

    Manifestação dos senadores

    Após o debate entre os advogados, terá início a fase de manifestação dos senadores sobre o processo. Até o momento, 66 senadores se inscreveram. Cada um terá até 10 minutos para discursar, o que deve fazer com que a sessão se estenda por muitas horas. Caso os 81 senadores decidam se pronunciar pelo tempo máximo, a previsão é de que, só esta fase, dure 13 horas e meia.

    Desta forma, a previsão inicial é de que a fase de debates dure 18 horas e meia, sem levar em conta os intervalos previstos.

    Com isso, o julgamento só deve ser concluído nesta quarta-feira (31). Sem poder ser substituído na sessão, nem por um minuto, o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Ricardo Lewandowski, que comanda o julgamento, deve interromper no final da noite desta terça-feira a fase de debates.

    Encaminhamento do voto e pergunta

    Encerrada a discussão entre senadores, Lewandowski lerá um resumo do processo com as fundamentações da acusação e da defesa. Dois senadores favoráveis ao impeachment de Dilma e dois contrários terão cinco minutos cada para encaminhamento de votação.

    Após o encaminhamento, Lewandowski perguntará aos senadores o seguinte: “Cometeu a acusada, a senhora presidente da República, Dilma Vana Roussef, os crimes de responsabilidade correspondentes à tomada de empréstimos junto à instituição financeira controlada pela União e a abertura de créditos sem autorização do Congresso Nacional, que lhes são imputados e deve ser condenada à perda do seu cargo, ficando, em consequência, inabilitada para o exercício de qualquer função pública pelo prazo oito anos?”

    Votação

    A votação será nominal, via painel eletrônico. Os senadores responderão “sim” ou “não”. Cada senador falará o voto, assim como ocorreu na Câmara. Depois, o resultado será proclamado.

    Aprovação do impeachment

    A presidenta Dilma Rousseff será definitivamente afastada do cargo caso 54 senadores, no mínimo, votem pela sua condenação. O número é o equivalente a dois terços dos senadores. Caso não se atinja esse número, porém, Dilma retornará imediatamente ao cargo.

    Rejeição do impeachment

    Em caso de absolvição, a presidenta reassume o mandato de imediato. Se condenada, Dilma é automaticamente destituída e o vice, Michel Temer, assume até o fim do mandato. Neste caso, Dilma Rousseff fica oito anos sem pode exercer cargos públicos.

  • Dia Internacional dos Desaparecidos: confira números ao redor do mundo

    Brasília - O dia 30 de agosto foi declarado como Dia Internacional das Vítimas de Desaparecimentos Forçados pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2011. Por ocasião da data, o Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) fez um apelo aos governos para darem mais atenção a esse problema

    Apesar de não haver um número exato com relação aos desaparecidos no mundo, devido à falta de informações precisas em relação a esse problema, o CICV reuniu os dados mais recentes em alguns países onde atua sobre esse problema. Confira abaixo o mapa com os países mais afetados por essa questão.

     

  • Quatro dicas para capacitar a criança a superar dificuldades

    Capacidade de enfrentamento em vivências adversas, resistência emocional em situações difíceis, criatividade para reinventar a própria história e elaborar experiências dolorosas… Todos esses elementos compõem o que se pode chamar de resiliência, algo essencial para que sejamos capazes de superar toda sorte de fatalidades e algo que não nasce conosco, mas é construído. Uma vez que esse aspecto é fundamental para uma vida psiquicamente saudável, surge a questão: de que forma podemos ajudar as crianças a construir resiliência?

    O Center on the Developing Child da Universidade de Harvard produziu três vídeos e um pequeno artigo sobre o assunto, evidenciando que a resiliência é fruto da interação complexa entre fatores biológicos, psicológicos e sociais. Cada criança irá constituir sua resistência emocional de forma única, a depender de seu contexto e de suas características particulares. Entretanto, é importante tentar compreender que elementos usualmente favorecem a criação de resiliência, pois, dessa forma, é possível criar e implementar políticas públicas e intervenções mais efetivas.

    Veja a seguir quatro fatores que colaboram para o desenvolvimento de resiliência, de acordo com os especialistas da Universidade de Harvard:

    1. Boas relações com os adultos afetivamente importantes para a criança

    Sejam esses adultos familiares, cuidadores ou profissionais da educação, as relações de confiança, cuidado e afeto desenvolvidas com as crianças serão base importante para que ela se sinta protegida e fortalecida. Mesmo que a criança possua apenas uma relação positiva consistente, esta vivência pode auxiliar na construção de resiliência.

    2. Boas oportunidades de desenvolvimento de recursos intelectuais e emocionais

    A possibilidade de a criança descobrir suas próprias capacidades intelectuais e emocionais em ambientes seguros será fundamental para que ela tenha mais autoconfiança e, portanto, uma sensação mais intensa de que poderá enfrentar dificuldades por ter habilidades para isso. A relação positiva com os adultos responsáveis por seu cuidado é uma das mais importantes bases para o desenvolvimento dessas capacidades, pois a partir da observação a criança poderá encontrar modelos de como lidar com diferentes situações.

    3. Experimentar frustrações e stress de maneira controlada

    Algumas situações adversas são importantes para o desenvolvimento da criança. Ela só será capaz de resistir a situações difíceis caso tenha construído um repertório de recursos que podem ser utilizados para sua autoproteção. É preciso dosar essas vivências, considerando que sentimento de extremo desamparo é altamente prejudicial, mas que as frustrações são parte da experiência de qualquer ser humano.

    4. Políticas públicas de suporte à infância

    Políticas públicas que oferecem suporte a famílias preparam os pais para a chegada do bebê e garantem acolhimento de qualidade em abrigos (em casos de afastamento da família de origem) são fundamentais. Nesse mesmo sentido, também é essencial oferecer educação de qualidade, acessível a todas as crianças, independentemente de sua situação socioeconômica. Qualquer política pública que tenha como efeito a garantia de direitos básicos é extremamente importante, pois favorecerá que adultos estejam mais disponíveis para as crianças e interajam com elas com maior qualidade. Além disso, o ambiente favorável proporcionará aos pequenos sensações de estabilidade e segurança.

    Ninguém perde a capacidade de resiliência de forma irrecuperável, mas as experiências da infância deixarão marcas mais profundas, sejam elas negativas ou positivas. Reduzir os efeitos de vivências de adversidade nas crianças é algo que colabora muito para sejam saudáveis física, psicológica e emocionalmente. Também é uma das bases importantes de investimento para gerar desenvolvimento social.

    Quer saber mais sobre o tema? Recomendamos os três vídeos produzidos pela Universidade de Harvard, disponíveis abaixo:

     

     

     

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